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Aplicativo interno de consultoria

MOP Campanha 360

Aplicativo de Gestão de Marketing e Comunicação para Campanhas Eleitorais

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Novo candidato·Painel de comando

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Clientes e candidatos

Selecione um candidato para carregar os dados no diagnóstico principal.

Consulta protegida

Cadastro-base do candidato

Somente leitura

Dados centrais usados para identificar o candidato e iniciar o aplicativo. Para alterar, carregue o candidato e use a aba Candidato.

Material para entregar

Folhas de leitura · baixar PDF

As leituras de Instagram já gravadas, de todos os clientes — não é preciso carregar candidato nenhum. Cada botão baixa o arquivo pronto, montado no servidor: é o mesmo documento que aparece na tela, e serve para mandar ao candidato ou ao assessor.

Guia do administrador

Entender o app em 5 minutos

Leitura de retomada: para quando você precisar lembrar como as peças se encaixam sem reabrir o código.

O app tem duas máquinas separadas

Máquina 1 — Quantos votosA projeção de votos.
Máquina 2 — Como vai a campanhaO F5M e tudo que deriva dele.

Elas não se misturam. A função que calcula a projeção não consulta nada do F5M: nem as notas dos eixos, nem a matriz, nem as fichas municipais, nem os concorrentes. A ligação existe em um sentido só — a projeção entrega números para a Máquina 2 e não recebe nada de volta.

Máquina 1 — Quantos votos

Três ingredientes e uma conta só, repetida para cada pedaço do mapa:

votos válidos do município × % da pesquisa = votos estimados

  • Base: município com pesquisa própria usa a pesquisa dele. Sem pesquisa própria, recebe o maior entre o histórico do candidato naquela cidade — com decaimento da categoria — e o piso do cargo.
  • Expansão: exatamente a mesma regra da Base. Não herda mais a média da Base, e não leva desconto nenhum.
  • Território Estado (a sobra): é Mato Grosso inteiro menos a Base e menos a Expansão. Recebe pesquisa estadual × coeficiente de projeção escolhido no Painel. Sem pesquisa estadual ele fica em zero — e a tela diz que é falta de medição, não ausência de voto. A média da Base nunca serve de origem aqui: ela descreve as cidades onde o candidato é conhecido, e esticá-la para o eleitorado que nunca ouviu falar dele projetava milhares de votos sem nenhuma medição por trás.

A soma dos três é o número do painel. Duas regras que valem lembrar: pesquisa do próprio município vence tudo, inclusive na Expansão, e não existe mais desconto por bloco — o que diferencia a Expansão é a classificação dela nas ações, não a projeção. E o número principal é o piso — o app prefere a espontânea; a estimulada aparece como teto, mas quem manda no "% da meta" é o piso.

Atenção ao nome: "Estado" tem dois sentidos no app. Como bloco geográfico é a sobra — MT menos Base menos Expansão. Como recorte de pesquisa é o estado inteiro, incluindo a Base: uma pesquisa estadual mede MT todo. Por isso a conta é pesquisa estadual × coeficiente, e não a pesquisa estadual direta: o coeficiente traduz "quanto valho no estado inteiro" para "quanto valho onde não tenho território".

Máquina 2 — Como vai a campanha

O F5M é uma nota de 0 a 100 formada por três pilares:

  • Ações no município — as frentes de ação realizadas em cada cidade · peso 30%
  • Eixos — as 5 notas do Diagnóstico rápido · peso 40%
  • Matriz — as 5 notas da marca política · peso 30% · desde 08/08/2026 o app sugere as cinco a partir da leitura do Instagram (ver abaixo)

O Índice de Evolução Estratégica não é outro número: é o F5M com outro nome. Mesmo valor, rótulo diferente na tela.

Os demais indicadores desta máquina:

  • Os dois nomes do candidato (08/08/2026): Nome do candidato é o nome de trabalho — como a campanha o chama e como ele vai à urna ("Dr. Eugênio"). É esse que aparece no painel, nos PDFs, nas leituras e nos prompts, e ele não mudou de lugar. Entrou ao lado um campo opcional, Nome de registro, para o nome civil ("José Eugênio de Paiva") quando for diferente. Ele não aparece em tela nenhuma e serve para duas coisas: achar o histórico eleitoral no TSE, que registra pelo nome civil enquanto a campanha usa o de urna; e dizer à pesquisa automática que os dois nomes são a mesma pessoa — procurando só pelo nome de trabalho, ela volta com o perfil público e sem o dado oficial. O mesmo par existe no concorrente, no formulário de adicionar, e na caixa de pesquisa, que acontece antes de o cadastro existir. Quem já tinha os dois nomes cravados num campo só — "José Eugênio de Paiva (Dr. Eugênio)" — não precisa mexer em nada: o casamento por nome contido continua valendo.
  • Ritmo da campanha: compara quantos registros entraram nos últimos 5 dias contra os 5 anteriores. Mede movimento de trabalho, não intenção de voto. Lê duas fontes: as pesquisas síncronas cadastradas e os municípios com força avaliada — e é por isso que o card, ao abrir, mostra as duas contagens separadas ("Pesquisas: 2 · Municípios: 5").
  • Sincronicidade → Direção: combina Matriz (comunicação) e Apoios (território), com peso definido pela categoria da candidatura. Resulta em Acelerar, Consolidar ou Estruturar.
  • Posição de campanha (08/08/2026, no lugar da antiga "Posição competitiva"): quanto os três pilares do F5M — ações no município, eixos e matriz da comunicação — andaram de um ciclo para o outro. Não é indicador novo e não tem número próprio: é a variação dos números que já existem, a mesma leitura do bloco Movimento dos pilares resumida numa linha, e por isso as duas telas nunca discordam. A referência é o retrato mais recente anterior aos 5 dias do ciclo — o mesmo ciclo do Ritmo e das prioridades —, e o card sempre diz desde quando está comparando; sem retrato tão antigo, ele compara com o mais antigo que existe e avisa que é a primeira leitura registrada. Antes o movimento era medido contra a última alteração salva, o que transformava salvar duas vezes na mesma tarde em "movimento de campanha".
    O nome mudou porque o anterior prometia o que o app não faz: ele apenas contava concorrentes cadastrados — um ou vinte davam o mesmo rótulo — e nenhuma comparação era feita. Comparar candidato é previsão, e este aplicativo é de gestão; a leitura do adversário continua onde sempre esteve, no Atenção · concorrência e na folha comparada, que comparam comunicação e não força eleitoral.
  • Ritmo × Posição, que não são a mesma coisa. Os dois usam a mesma janela de 5 dias e respondem perguntas diferentes:
    • O Ritmo conta registros — se a campanha está sendo alimentada. Fontes: pesquisas síncronas + forças municipais.
    • A Posição compara notas — se a campanha saiu do lugar. Fontes: território + matriz da comunicação + os 5 eixos, com os pesos do F5M.
    Dá para ter Ritmo subindo e Posição parada (muito registro entrando, nenhuma nota mudando) e o contrário, uma leitura só que muda a marca política inteira.
    Pesquisa aparece nos dois, de formas opostas — e é isso que impede os dois de virarem o mesmo número. No Ritmo ela entra como registro: quantas pesquisas foram cadastradas na janela. Na Posição entra como nota: o eixo Pesquisa, que é julgamento do consultor. Cadastrar uma pesquisa mexe no Ritmo na hora; só mexe na Posição quando alguém sobe a nota do eixo por causa dela.
    Há ainda um terceiro uso da palavra, na cabine de comando: Ritmo necessário, em votos por dia até a meta. É aritmética da meta e não tem relação com os outros dois.
  • Folha comparada: as duas campanhas numa página só, com botão de PDF. Abre por dois caminhos — no Atenção · concorrência, na aba Comunicação, e na Biblioteca do candidato, dentro do grupo de cada concorrente. Existe porque dois PDFs separados não respondem a pergunta do cruzamento: quem lê um depois do outro compara as duas escadas pela altura, e altura não se compara entre campanhas em categorias diferentes. Por isso a folha começa pela capa com as duas categorias, antes de qualquer número, e só depois traz a escada dos dois em fatia com o degrau da fase marcado, a peça de cada degrau em imagem lado a lado, e a análise cruzada. As imagens são buscadas na Meta no momento em que a página abre — as URLs de mídia expiram em horas, então baixe o PDF na hora de enviar. Se os dois lados tiverem sido lidos com critérios diferentes, a folha se recusa a sair e diz qual releitura resolve, em vez de pôr réguas diferentes na mesma página. Sem a categoria do concorrente ela sai assim mesmo, e a capa avisa que a comparação entre posturas não pôde ser feita. A análise fica gravada por assinatura dos dois lados: abrir a folha dez vezes custa uma consulta de IA.
  • Análise cruzada pelas duas categorias: dentro do Atenção · concorrência, na aba Comunicação, abaixo do cruzamento. É a única parte desse bloco que gasta IA, e é opcional: só roda no clique do botão. A conta de cima sabe quanto cada lado publica em cada degrau; o que ela não tem como saber é o que aquilo significa, porque significado depende da categoria de quem publicou — e categoria é julgamento cadastrado, não conta. Devolve três coisas: a leitura do cruzamento das duas posturas, o risco que a postura dele representa para a nossa, e de duas a quatro ações concretas, cada uma amarrada a um degrau, tema ou lugar que aparece nos dados (ação que não se amarra a um número desses é palpite e o prompt a recusa). Não reclassifica peça nenhuma, e isso é requisito e não economia: a classificação carrega um carimbo de critério, e leituras de critérios diferentes deixam de se cruzar — reclassificar aqui invalidaria as leituras já pagas dos dois lados. A resposta fica guardada por campanha + concorrente + as duas rodadas: enquanto nada mudar, reabrir a aba não paga a IA de novo; e se qualquer lado for relido, a análise guardada some e o botão volta a oferecer gerar, para que leitura velha nunca apareça ao lado de número novo. Sem a categoria do concorrente definida, o botão continua funcionando, mas avisa antes do clique que a comparação entre posturas — que é o que o bloco acrescenta — não vai sair, e o prompt é instruído a não adivinhar a categoria dele a partir das publicações.
  • Categoria estratégica do concorrente: logo abaixo da relação, em cada concorrente, com as mesmas três opções do nosso candidato — construção, ampliação e continuidade. Escolher uma projeta a postura e a técnica dele pela mesma matriz que o bloco Marca política já projeta para nós, e a linha abaixo do campo passa a mostrar os dois lados juntos ("Ele: Expansão + manutenção · técnica ataque e manutenção. Nós: Manutenção + ataque · técnica manutenção e diferenciação"). Serve porque a mesma publicação significa coisas opostas conforme quem publica: "realizações e obras" em continuidade é cumprir o script, e em ampliação é construir credencial que ainda não se tem. Sem categoria definida o app não chuta nenhuma — herdar o padrão do nosso candidato faria a tela afirmar que o adversário está em ataque sem ninguém ter dito isso. Não há sugestão automática: o histórico eleitoral guardado hoje não sustenta esse palpite. Por enquanto o campo não entra em cálculo nenhum — ele grava a leitura e mostra as duas posturas lado a lado; o cruzamento que usa isso ainda vai ser construído.
  • Sobreposição com a nossa base (08/08/2026): no topo do Atenção · concorrência, antes da escada, e na folha do PDF sob o título "Ele disputa o mesmo eleitor?". Responde uma pergunta só, que o rótulo da relação nunca respondeu: quanto da presença publicada dele cai no nosso território. Companheiro de legenda a 600 km não tira um voto nosso; o mesmo companheiro dentro da base tira todos — e antes disto os dois casos tinham a mesma cara na tela, o que empurrava o consultor a mentir na relação, marcando aliado como adversário só para o app levar o caso a sério.
    Conta as menções de lugar, e não as peças, porque uma peça cita várias cidades. Só cidade entra: estado e região diriam que ele está em toda parte. O casamento com o nosso mapa é exato — "Pontal" não vira "Pontal do Araguaia", e na dúvida a cidade fica de fora em vez de entrar torta. Para chamar de disputa exige as duas coisas, fatia (20% ou mais) e repetição: uma menção entre três daria 33% e chamaria de disputa quem passou por perto uma vez. Expansão conta como território nosso.
    Três respostas são "não dá para dizer", e ficam separadas de propósito: sem território cadastrado, leitura que não citou cidade nenhuma, e ele trabalhar o outro lado do estado — as três dariam 0% e orientam coisas diferentes.
    A conta é a mesma nas três relações; o que muda é o fecho, e a separação não é a que os nomes sugerem. Em mesma legenda, o voto que você tira dele não muda o total do partido: muda a ordem da fila, e a disputa é por posição na chapa. Em palanque comum a sigla é outra, então o voto tirado sobe o nosso e desce o quociente dele — dois números, igual a adversário; o que separa os dois não é a conta, é a licença, porque atacar quebra o acordo da majoritária. É também a única relação em que se corre o risco de supor combinado o que não está, já que o acordo é sobre a majoritária e a divisão na proporcional quase nunca é explícita — por isso o número aparece ali com a ressalva de que o app não sabe o que foi combinado, e sobreposição alta pode ser o acordo funcionando. Relação não definida usa o fecho de adversário.
    Conserto que veio junto: o aviso "Lugares que ele cita e nós não" listava as cidades da região dele toda rodada, e isso era lido como buraco da campanha quando era só outro pedaço do estado. Agora ele lista só o que está dentro do nosso território, e o resto vira uma contagem com a frase "é a região dele, e não é lacuna nossa".
  • Relação com a nossa campanha: em cada concorrente há um campo com três opções — mesma legenda (mesmo partido ou federação: o voto dele soma no quociente do partido, então a disputa é por cadeira e a orientação é diferenciar, não confrontar), palanque comum (legenda diferente, aliado na majoritária: divide-se território e tema) e adversário (sem aliança: voto tirado dele conta duas vezes). O app sugere "mesma legenda" quando a sigla bate com a do candidato, mas quem confirma é você, porque federação e palanque mudam a cada eleição. Enquanto não for definida, a relação conta como adversário. Este campo existe para o app não dar o mesmo conselho para os três casos.
  • Acompanhamento de concorrente: fica dentro de cada concorrente, na aba Concorrentes, e só precisa do @ do perfil preenchido. "Ler o que saiu de novo" busca as publicações do concorrente desde a última leitura, pela via oficial da Meta, e classifica cada peça no tema, no degrau da escada F5M, na gradação do discurso, na função e no tom — mais o que mudou desde a rodada anterior e a brecha que ele deixa. Você não digita nada: confere e, se discordar, apaga a rodada. A próxima vale 5 dias depois — o mesmo ciclo do Ritmo. Abaixo do botão há o "Reler um período inteiro", igual ao da nossa campanha: ele existe porque leitura feita com critério antigo não cruza com a nossa — o Atenção · concorrência se recusa a comparar réguas diferentes —, e o botão normal só traria o que saiu desde a última leitura, o que renovaria o critério com três ou quatro peças e destruiria a comparação. Escolha a mesma data de início da nossa leitura mais recente. Não entra em cálculo nenhum: é leitura e comparação entre períodos. Na tela ficam a linha da escada F5M (quantas peças em cada degrau: fundo marcado é onde ele mais investe, contorno tracejado é o degrau que a fase atual pede, e a legenda compara os dois), o resumo e os três blocos — o que mudou, o que seguiu igual e a brecha para nós —, com botão para baixar tudo em PDF; a classificação peça a peça continua sendo feita e guardada, mas quem a mostra é o painel completo, gerado a partir dela e aberto em outra página, também com botão de PDF e só com a sessão iniciada.
  • Painel completo: abre em outra página, por um botão no bloco de cada leitura e na Biblioteca do candidato, e só com a sessão iniciada. É o retrato do período inteiro — soma todas as leituras já feitas daquele perfil —, enquanto o bloco do app mostra só a última: por isso os números do painel são maiores, e os dois estão certos. Ele não classifica nada: quem classifica é a rodada, e o painel conta o que ela gravou; nenhum número dele pode existir sem estar na leitura. Traz presença e ritmo, a escada F5M do período, temas, territórios citados, gradação, função, tom e formato, mais a lista peça a peça com a classificação de cada publicação. As imagens vêm em dois blocos de cinco, que respondem perguntas diferentes. O primeiro é a escada em imagens: uma peça por degrau, a que mais rendeu ali — o número da escada vira algo que se vê, e degrau vazio aparece vazio, que é o buraco. O segundo é o fora da curva: a mais curtida, a de maior engajamento, o melhor Reels, o melhor post e a que menos rendeu. Publicação com visualização muito acima do padrão do perfil (três vezes a mediana) fica fora do segundo bloco — é indício de impulsionamento, e alcance pago não mostra o que a comunicação faz por si; a tela diz quantas foram e com que números. No primeiro bloco ela entra, e é marcada: ali a pergunta não é o que deu certo, é como é uma peça daquele degrau — e num perfil que impulsiona tudo, é esse bloco que continua dizendo a verdade. Fecha com a Leitura da consultoria, escrita por IA: para o adversário, onde ele é forte e não se disputa de frente, o terreno que ele deixa vago e onde nós avançamos; para a nossa campanha, o que ela faz bem, o que faz mal e o espaço que estamos deixando aberto. Essa leitura interpreta e não reclassifica — ela recebe os rótulos que a rodada já decidiu e não pode mexer neles —, fica guardada e só é reescrita quando entra leitura nova, então abrir o painel de novo não custa nada. Enquanto a lei vedar pedido de voto, ela é proibida de apontar isso como lacuna ou oportunidade. O painel é gerado na hora, não é arquivo: as imagens vêm de endereços temporários da Meta, então para guardar use o Baixar PDF dentro dele.
  • Biblioteca do candidato: na aba Atas, abaixo do livro de atas. Reúne tudo o que já foi lido nesta campanha — a leitura do nosso perfil e a de cada concorrente —, com PDF para baixar, o painel completo de cada um e o botão de apagar. Existe para você não chegar num box, achar que nada foi lido e mandar ler de novo. Cada candidato tem a sua: um cadastro não enxerga o do outro, então a mesma dupla cadastrada nos dois sentidos tem duas bibliotecas separadas, e é assim mesmo. O painel completo é sempre o retrato mais recente: ele é gerado na hora em que você abre, somando todas as leituras já feitas daquele perfil — não existe mais painel-arquivo que envelhece enquanto as rodadas andam.
  • Leitura do nosso Instagram: fica na aba Comunicação, e é o mesmo motor apontado para a nossa campanha — só precisa do "Instagram da campanha" preenchido no cadastro do candidato. Lê o que saiu no nosso perfil desde a última vez e classifica pela mesma escada, com o mesmo critério com que os concorrentes são lidos: é isso que permite comparar em que degrau cada campanha está trabalhando. A tela é igual à do concorrente, com uma diferença — no lugar de "brecha para nós" vem o que falta, isto é, o que a nossa comunicação ainda não fez e o degrau da fase pede. Quando a lei ainda veda pedido de voto, o degrau fechado não é apontado como falta nossa: cumprir a lei não é atraso. Também não entra em cálculo nenhum, e a rodada vale 5 dias, como a do concorrente.
  • As duas escadas: entre a leitura do nosso Instagram e o Atenção · concorrência, na aba Comunicação. Põe uma sobre a outra a escada da comunicação (as peças da nossa leitura mais recente que tenha peças, por degrau — a etiqueta mostra a data dela) e a escada do território (as cidades da base, por degrau), e responde se a palavra e o pé estão no mesmo lugar. Conferir o perfil e não achar post novo grava uma rodada vazia, e essa rodada não apaga a escada: ela continua mostrando a última leitura com peças, porque o bloco diz onde a campanha está, e não o que aconteceu ontem — ao contrário do box "Leitura desta rodada", logo acima, que relata a rodada e por isso some quando ela vem vazia. É também a mesma leitura que o Atenção · concorrência usa, para as duas telas da aba nunca mostrarem peças de rodadas diferentes. Não lê nada de novo e não chama IA: cruza o que já está gravado dos dois lados. O território vira um degrau só pela mediana — a cidade típica, cada cidade contando uma, sem peso por porte; cidade não pisada entra na conta, porque tirá-la faria a escada mentir para cima. Os rótulos dos dois lados não se traduzem — Conhecimento não é Presença, e nenhuma tradução entre eles seria honesta. O que se compara é a distância até o degrau que a fase pede, que existe dos dois lados e é a mesma régua: "um degrau atrás" quer dizer a mesma coisa na palavra e no pé. Por isso a posição de cada lado é sempre dita em relação à fase, e nunca como diferença entre as duas alturas: as escadas não têm a mesma altura útil (no território o degrau 1 é a ausência, então são quatro degraus de trabalho; na comunicação o degrau 1 já é trabalho feito, e são cinco). Cada número na frase se confere na tela, porque o contorno marca o degrau da fase em cada linha. As três leituras possíveis: as duas pernas no mesmo lugar; a palavra na frente, quando a campanha fala de onde ainda não chegou; e o pé na frente, quando ela andou e não contou — e aí o que foi feito em campo é material sobrando sem virar publicação. Empate na comunicação aparece como "dividida entre" e vale o degrau mais baixo: investir igual em dois degraus não é estar no mais alto, é não ter subido. Com só um dos lados preenchido, o bloco diz o que falta em vez de inventar a metade que não tem.
  • Reler um período inteiro: existe nos dois lados — no bloco da leitura da nossa campanha, na aba Comunicação, e em cada concorrente, na aba Concorrentes (este último desde 08/08/2026). Num fecho que abre. O botão normal ("Ler o que saiu de novo") lê só o que foi publicado desde a última leitura. Aqui você escolhe uma data e manda reler tudo a partir dela, inclusive o que já tinha sido lido. Serve para quando o critério de classificação muda: as publicações antigas foram classificadas pela régua velha, e sem reler o dado novo só existiria para o que for publicado dali em diante. Custa uma leitura de IA como qualquer outra, e reler não duplica — as publicações são casadas pela data e hora de cada post.
  • O Diagnóstico rápido apurado pelo app: no bloco Diagnóstico rápido, na aba Candidato, acima das cinco notas. Cada área de trabalho tem a sua fonte no que já está registrado: Pesquisa é a fração das cidades da base com pesquisa registrada; Articulação e Mobilização, a fração das cidades com as frentes daquele grupo marcadas na ficha (liderança articulada e agenda de liderança; mobilização popular e equipe mobilizada); Discurso sai da escada do discurso (Mudo 0, Ideia 1, Bandeira 3, Plataforma 5 — Ideia vale pouco porque é recuo, não começo); Comunicação é quantos dos cinco degraus a leitura do Instagram encontrou trabalhados, e exige as mesmas 10 peças mínimas da marca política. Em cobertura, ter em uma cidade só vale 1 e não 0 — pouco não é ausência. Cada área diz sozinha se tem base: sem território cadastrado, três ficam sem nota e o botão preenche só as que dá, porque "ainda não dá para dizer" é diferente de zero. O que isto mede é o que foi REGISTRADO, não o que foi feito — cidade trabalhada e não marcada aparece como buraco aqui, e está escrito na tela para ninguém confundir o retrato com a realidade.
  • Duas frentes novas na ficha, e a matéria-prima de Confiança (08/08/2026): as dez frentes originais eram todas de presença — ele estar lá fazendo alguma coisa —, e deixavam de fora duas metades grandes do trabalho de quem tem mandato no interior. Entraram "Presença em evento da comunidade" (cavalgada, festival, feira regional, festa religiosa — evento da comunidade, e não ato organizado pela campanha, que continua sendo "Mobilizações populares") e "Entrega ou conquista para a cidade" (veículo já em uso, obra inaugurada, emenda cumprida, aprovação obtida — só o que já é fato; promessa e anúncio não entram). As duas ficam no degrau Pauta: estar no palco de um evento regional ou ter entregue algo àquela cidade é mais que apertar mão na rua e menos que ter gente local sustentando a campanha. A ficha passou de 10 para 12 frentes, então Ações no município passou a ser medida sobre 12 — as notas de cobertura caem um pouco sem nada ter piorado. E as entregas aparecem também nas Prioridades estratégicas, na aba Comunicação, como uma linha da categoria Prova: "Prova concreta que a campanha já tem na mão, para não depender de promessa", seguida das entregas com cidade, data e o que foi. Ela entra sempre — no plano padrão e também quando as prioridades são geradas por IA —, porque não é uma direção proposta e sim material que já existe. Fica ali, e não num bloco à parte, porque a prioridade de Mensagem sempre pediu "selecionar uma prova concreta — trajetória, entrega, experiência — que sustente a mensagem sem depender apenas de promessa", e até agora pedia sem poder mostrar nenhuma. A prova não é matéria-prima de um degrau só: uma van entregue serve prova social, serve Proximidade (quem usa) e serve Conexão (o que mudou na vida de quem usa) — que degrau ela vai servir é decisão de quem escreve a peça, e o app não decide isso.
  • A ficha da cidade alimentada pelas legendas: dentro da ficha de Ações realizadas neste município, na aba Território, acima da lista de marcação. A leitura do nosso Instagram passou a devolver, por publicação, qual das doze frentes de ação a peça mostra tendo acontecido — e o app cruza isso com o lugar citado na legenda para sugerir a marcação na cidade certa. Na lista de cidades, um contador dourado (↑2) mostra quantas ações a leitura encontrou ali que a ficha ainda não tem, e um chip verde () mostra quantas idas a campo a leitura registrou naquela cidade no período. Ida não é publicação: uma visita rende três ou quatro posts ao longo de alguns dias, e contar post faria a cidade mais postada parecer a mais visitada. Publicações a até 3 dias uma da outra contam como a mesma ida; a partir do quarto dia de intervalo, é outra. Duas frentes na mesma viagem contam uma ida à cidade e uma em cada frente. Ao lado de cada frente na ficha aparece +1, +2 quando ela se repetiu — é o que denuncia o candidato voltando sempre ao mesmo destino enquanto outras cidades ficam paradas. A contagem inclui o que a ficha já tem marcado: se contasse só o que falta, a cidade mais trabalhada apareceria como a menos visitada. E no bloco da leitura, na aba Comunicação, uma frase fecha o retrato: quantas idas, em quantas cidades, qual a mais visitada e quantas cidades da base não apareceram em nenhuma publicação de campo. O período é o da leitura corrente — por isso "Reler um período inteiro" define o recorte da contagem. Nada é marcado sozinho: cada linha tem o seu botão "Marcar", e aceitar grava a data da publicação, não a de hoje — é isso que faz o aviso de cidade parada falar da ação e não do dia em que alguém conferiu a ficha. Antes de aceitar, o bloco diz para onde a cidade vai: se a marcação sobe a cidade para verde, o aviso é explícito, porque verde quer dizer que há gente local sustentando a campanha ali e uma foto ao lado de uma autoridade não pode pintar isso. O que fica de fora, e cada filtro tem motivo: peça sem data (a data é o que faz o aviso valer); menção ao estado ou à região, e não a uma cidade ("Mato Grosso" e "Vale do Araguaia" diriam que ele esteve em toda parte); cidade fora da base do candidato (não existe ficha onde marcar); e frente que a ficha já tem marcada (remarcar não renova data nenhuma). Quem decide é a imagem, e não a legenda. Legenda de campanha quase nunca narra a agenda: ela comemora, agradece, celebra uma conquista. A foto é que mostra o que aconteceu. A leitura recebe a imagem de cada publicação em alta resolução e é instruída a olhar para ela quando o texto não diz — quem aparece na tribuna, no plenário, dentro do hospital, na reunião em volta da mesa, no meio das pessoas ou no estúdio da rádio está registrando ação de campo mesmo que o texto só comemore. A instrução traz um guia de que imagem corresponde a que frente (tribuna e plenário são visita a instituição; mesa com vereadores é articulação política; estúdio é mídia local). Peça que é só arte, card com frase ou montagem não marca nada, ainda que o texto seja o mesmo. E a IA continua devolvendo vazio na dúvida entre duas frentes — errar a frente é pior que não marcar —, mas nunca por o texto ser vago. Mas o que não vira marcação não desaparece: a ficha traz também "A comunicação falou desta cidade", com as publicações que citam a cidade sem registrar ação — conquista, entrega, posicionamento —, e a lista de cidades marca isso com um chip cinza de citações. É informação, não tarefa: não tem botão, e o consultor marca à mão o que reconhecer. A separação existe porque "não vira marcação" não é "não existe": a aprovação do terreno do Hospital Regional de Barra do Garças (07/08/2026) não é registro de visita, e é a cidade sendo trabalhada. Publicação não é presença, e vale nos dois sentidos: ele vai a lugares e não posta, e posta sobre lugares onde não pisou. Por isso a leitura alimenta a ficha e nunca a substitui — o que ela não achar continua valendo o que o consultor marcou.
  • A marca política sugerida pela leitura do Instagram: no bloco Marca política, na aba Candidato, acima das cinco notas. A leitura do nosso perfil já classifica cada publicação nos mesmos cinco degraus da matriz, então a distribuição das peças vira nota: 40% ou mais das publicações num degrau vale 5, divisão igual entre os cinco vale 3 em todos, degrau tocado uma vez só vale 1 (pouco não é ausência) e degrau sem nenhuma peça vale 0. Abaixo de 10 peças lidas o app não sugere nada — com menos que isso a distribuição é ruído, e três posts num degrau só dariam nota cheia a um degrau que a campanha mal tocou. O encaixe é por posição na escada, e não por nome: a matriz escreve "Proximidade com eleitor" e a classificação escreve "Proximidade". O app nunca preenche sozinho: há um botão "Preencher as cinco notas com a leitura", e depois disso cada nota mostra o que a leitura diria ao lado do que o consultor marcou. O que a leitura mede é onde a campanha INVESTIU, e não onde o eleitor colocou o candidato — publicar muito em Confiança não é ter confiança. Por isso a divergência entre a nota do consultor e a leitura não é defeito, é a informação mais útil das duas: "fala muito de Confiança e não tem confiança". A leitura usada é a mesma da escada da palavra, na aba Comunicação — rodada mais recente com peças —, para que as duas telas nunca mostrem números de rodadas diferentes.
  • A escada do discurso: dentro do bloco Plataforma do candidato, na aba Candidato, logo acima da lista de áreas. Mede o que o método chama de Discurso — quanta proposta o candidato tem —, e não usa campo novo nem IA: lê as propostas escritas e a marcação "Usar esta área na plataforma e na comunicação" que já existem ali embaixo. São quatro degraus: Mudo (nenhuma proposta escrita), Ideia (há proposta, nenhuma área marcada — o discurso existe no papel e não vai ao ar), Bandeira (há proposta em área ativa na comunicação) e Plataforma (bandeira em três áreas ou mais, quando o conjunto deixa de ser proposta solta). A fase manda no alvo, como nas outras escadas: pré-campanha e convenções pedem Bandeira, e da largada em diante, Plataforma. Nenhuma fase pede Ideia, e isso foi corrigido em 08/08/2026: o alvo era um degrau mais baixo, herdado da mecânica da escada do território, onde o segundo degrau (Presença) é o primeiro de trabalho. Aqui o segundo degrau é recuo, não começo — pedi-lo fazia a tela contornar um estado de retrocesso como se fosse a meta da fase, e fazia quem já tinha uma bandeira no ar se ler como adiantado quando estava, no mínimo, exatamente onde devia. Não há degrau por área e não há mediana, e isso é decisão de método, não simplificação: no território largura é virtude, e no discurso é defeito — candidato com proposta nas dezesseis áreas não tem plataforma, tem lista de compras. Por isso a escada é da campanha inteira, de uma vez. São quatro degraus e não cinco porque o quinto seria Prova (proposta amarrada a uma entrega já feita) e o app não guarda esse dado; escada curta é melhor que degrau inalcançável. Na prática o degrau Ideia quase não aparece: adicionar uma proposta já marca a área, então toda proposta nasce Bandeira, e Ideia é o estado de quem escreveu e desmarcou depois — recuo, e não começo.
  • Atenção · concorrência: logo abaixo da leitura do nosso Instagram, na aba Comunicação. É o cruzamento das duas leituras que já foram feitas — a nossa e a de um concorrente escolhido no seletor —, e responde a uma pergunta só: onde ele fala e nós calamos. Não lê nada de novo, não vai à Meta e não gasta rodada de IA: usa o que já está gravado. Mostra a escada com os dois números lado a lado (nós × ele, em cada degrau), e depois o que ele repete e a nossa campanha não toca — degrau, tema e lugar. Ficar de fora não é só o zero: quando ele investe proporcionalmente muito mais em algo em que também estamos, isso vira aviso — vale para degrau, tema e lugar. A conta é a mesma nos três: a fatia dele precisa ser o dobro da nossa ou mais e pesar mais que a média dos rótulos dele. Na escada essa média é fixa (cinco degraus, 20%) e o número dele aparece destacado; em tema e lugar não há lista fechada, então a média é sobre os assuntos e lugares que ele de fato usou — com 20% fixo ali, um adversário que fala de oito assuntos nunca cruzaria a barra em nenhum. A comparação é sempre por fatia, nunca por contagem, porque quem publica mais apareceria investindo mais em tudo; em degrau e tema a fatia é das peças, em lugar é das menções, já que uma peça pode citar várias cidades. Fecha com o terreno que só nós ocupamos, e tem botão para baixar tudo em PDF, com a mesma conta da tela. Três recusas de propósito: só entram leituras feitas com o mesmo critério de classificação (leitura de critério antigo não é a mesma régua e fica de fora, com aviso na tela); o cruzamento usa a última leitura de cada lado, inteira, com exatamente os mesmos números que o bloco de cada uma mostra — a nossa na Comunicação, a dele na aba Concorrentes. Número que muda de tela destrói a confiança no app, então aqui não há corte próprio nenhum. As duas leituras podem cobrir períodos diferentes, e é por isso que a comparação é sempre por fatia; quando as leituras estiverem a mais de 5 dias uma da outra, o cabeçalho avisa e diz qual refazer; e abaixo de 5 peças nossas na janela o app não lista lacuna nenhuma, porque com amostra pequena todo tema que ele toca pareceria silêncio nosso. O conselho muda com a relação cadastrada: contra adversário, terreno livre se ocupa; com mesma legenda ou palanque comum, aparece também o que os dois trabalham juntos, que é onde o eleitor confunde ou onde a divisão precisa estar combinada. Enquanto a lei vedar pedido de voto, o degrau fechado nunca é apontado como lacuna nossa — e, se ele já estiver pedindo apoio, isso aparece como informação, com o aviso de que copiar seria irregularidade nossa.

Nada disso muda a projeção de votos

F5M, Índice de Evolução, Ritmo, Sincronicidade, Direção e Posição de campanha não alteram a estimativa em um voto sequer. Só mexem na projeção: os municípios selecionados (que definem os votos válidos), os percentuais de pesquisa informados, o coeficiente de projeção fora do território, a categoria do candidato e o histórico dele no último pleito.

No sentido inverso a ponte existe: a projeção alimenta a Cobertura da meta, a distância até a meta e o ritmo necessário em votos por dia.

Isso é desenho, não falha. Se o F5M empurrasse a projeção, dar boas notas a si mesmo aumentaria os votos estimados e a campanha se enganaria sozinha. A separação é o que mantém a projeção honesta: a projeção diz quantos votos existem hoje; o F5M diz se o trabalho está andando.

Guia do administrador

Como o app calcula agora

Resumo depois da simplificação de pesos e regras feita nesta rodada. Vale como referência de como cada número do painel é formado hoje.

1. Os três pilares

Pesquisa manda no número de votos. Território distribui — mostra onde agir. Comunicação executa — mostra o que dizer. O F5M (eixos + matriz + apoios) é o termômetro interno da campanha: mede o que a campanha controla, não substitui a pesquisa.

2. Índice de Evolução Estratégica

É a média ponderada de três notas — Ações no município, Eixos estratégicos e Matriz política — cada uma de 0 a 100. Os três pesos (%) são os únicos pesos editáveis hoje, em "Configurar padrão F5M". A categoria da candidatura (Construção de posicionamento / Ampliação de representação / Continuidade de mandato) não muda esses pesos — o peso que ela muda é outro, o da Sincronicidade (item 5).

O Índice de Evolução Estratégica é a própria nota do F5M, com outro rótulo na tela: mesmo cálculo, mesmo valor. Não são dois números que se comparam.

  • Ações no município: para cada cidade, a proporção de frentes de ação realizadas (Sim/Não em 12 frentes), ponderada pelo porte eleitoral, se é Base ou Expansão, e se foi marcado como prioritário. Não há bônus: a nota é a média do que foi feito. A ficha é uma fotografia e não expira — ação realizada continua valendo. Quem mede movimento é o Ritmo. À parte da nota, a cidade recebe um aviso de parada quando fica 30 dias sem nenhuma ação nova (15 dias se for prioritária); cidade que nunca foi trabalhada não recebe aviso, porque não está parada e sim não iniciada.
  • A escada do território (a cor da cidade): as mesmas 12 frentes, lidas em ordem. Elas não valem o mesmo — apertar mão e ter liderança organizando agenda são passos diferentes —, então cada cidade fica no degrau mais alto que já alcançou: 1 Não pisada (nada marcado) · 2 Presença (contato direto, comércio, mídia local) · 3 Pauta (moradores, setores, instituições, evento da comunidade, entrega à cidade) · 4 Gente (articulação política, agenda por liderança) · 5 Estrutura (equipe mobilizada, mobilização popular). A bolinha sai daí: vermelha até Presença, amarela em Pauta, verde a partir de Gente. É proposital que Presença seja vermelha — cidade onde só se apertou mão está visitada, não trabalhada, e antes ela chegava a verde com 7 frentes de eleitor sem uma liderança sequer. A fase manda igual no território: pré-campanha sobe para Presença e Pauta, a largada busca Gente, a reta final cobra Estrutura — e a cidade atrasada diz quantos degraus faltam. Pular degrau é permitido, pela mesma regra da escada da comunicação: uma cidade com mobilização popular marcada aparece em Estrutura mesmo sem liderança. A escada não entra na nota — Ações no município continua sendo a média das frentes, descrita acima. Ela muda o que se lê na tela, não o que pesa 30% no F5M.
  • Eixos: média direta das 5 notas (Pesquisa, Discurso, Comunicação, Articulação, Mobilização), 0–5 virando 0–100.
  • Matriz: média direta das 5 notas da matriz política (Conhecimento, Proximidade, Conexão, Confiança, Disposição de apoio), 0–5 virando 0–100.

3. Território e Pesquisa

Onde a pesquisa entra e onde se lê. Toda pesquisa entra pela aba Território: PDF (que se distribui nas cidades e, se for do Estado, num ponto geral), pesquisa manual por cidade, o pino de leitura rápida e a caixa "Pesquisa do Estado". O Painel de comando é só leitura — mostra os números atuais e o gráfico da dinâmica no tempo. Não existe mais aba "Pesquisa".

O painel mostra sempre dois números: piso (pesquisa espontânea) e teto (pesquisa estimulada) — nunca um só número escondendo qual das duas foi usada. Ordem para estimar cada município: pesquisa própria da cidade > histórico do candidato ali, com decaimento, ou o piso do cargo (cidade sem pesquisa). Para o que está fora da Base e da Expansão: pesquisa estadual × coeficiente de projeção.

A conta de cada município é votos válidos × taxa %. Município com pesquisa própria usa a pesquisa dele, e ponto.

Município do território SEM pesquisa própria não herda mais a média das cidades pesquisadas. Ele recebe o maior entre duas coisas: o desempenho do próprio candidato ali no último pleito, com decaimento por categoria, e um piso derivado do custo de uma cadeira naquele cargo.

  • Decaimento por categoria: Continuidade de mandato ×0,70, Ampliação de representação ×0,85, Construção de posicionamento não tem histórico e vai direto ao piso. Cidade que a campanha ainda não mediu não cresce — decai. Voto de mandato em cidade desassistida não se sustenta sozinho.
  • Piso do cargo: índice do cargo × coeficiente da categoria. O índice é a votação do último eleito dividida pelos votos válidos do estado — quanto custa uma cadeira. Em MT 2022: estadual 1,199%, federal 2,744%. Os coeficientes são Estadual 31/52/52% e Federal 41/80/80% (construção/ampliação/continuidade), tirados da distribuição dos eleitos de 2022 — federal espalha o dobro do estadual, porque são 8 vagas contra 24.
  • O histórico é voto realizado, então entra igual no piso e no teto: não existe "espontânea de voto dado", e ele não leva o −40%.
  • O desconto de 25% da Expansão saiu do código. Ele existia para punir herança de taxa alheia, e não há mais herança: histórico e piso já são específicos do candidato, e descontar em cima disso puniria duas vezes. O 0,75 sobrevive apenas como peso da Expansão na cobertura de ações, que é outra métrica e não toca em voto.
  • Município que projeta menos de 50 votos entra no total mas é marcado como ruído — decidir campanha por 11 votos gasta o consultor no lugar errado.

O Fora do território usa a pesquisa estadual × coeficiente de projeção. Sem pesquisa estadual ele fica zero — e a tela diz que é falta de medição, não ausência de voto. A média da Base não serve de origem: ela descreve as cidades onde o candidato é conhecido, e esticá-la para o eleitorado que nunca ouviu falar dele projetava milhares de votos sem nenhuma medição por trás.

O número principal do painel é o piso: quando existe estimativa espontânea, é ela que forma o total e o "% da meta". A estimulada aparece ao lado como teto.

O coeficiente do Fora do território é escolha do consultor, no campo "Projeção fora do território" do Painel de comando — não sai do TSE. Deputado Federal: 11% (maior projeção estadual) ou 7% (menor). Deputado Estadual: 7% (com projeção estadual) ou 3% (puramente regional). Ele responde a uma pergunta só: fora da Base e da Expansão, quanto o candidato vale em relação ao que vale dentro. Com 4% dentro do território e coeficiente de 3%, o resto do Estado é projetado a 0,12%.

A referência do cargo no TSE (último eleito e votos válidos do estado) é contexto, não entra na conta. Ela é buscada por IA no primeiro salvamento de um candidato novo; se falhar ou se o candidato for antigo, o botão Buscar referência do TSE aparece no Painel para o admin.

Corrigido em julho de 2026: antes, o coeficiente vinha da referência do TSE e, sem ela, o app aplicava a taxa estadual cheia ao Fora do território — candidato sem referência recebia projeção cerca de 14 vezes maior, o oposto do que a tela sugeria ao dizer "Pendente". E a fórmula exibida ("média distante ÷ percentual estadual") era circular: a média distante era o próprio coeficiente multiplicado pelo percentual estadual, então a divisão devolvia o coeficiente e não provava nada.

3a. Glossário do território — o que cada nome quer dizer e por que existe

Os mesmos números da seção 3, agora definidos um a um, para consultar quando o vocabulário embaralhar. Regra de ouro: o tipo de candidato só muda o número nas cidades sem pesquisa própria. Onde há medição (pesquisa da cidade ou pesquisa estadual), os três tipos dão o mesmo resultado.

Os três territórios — onde o voto está.

  • Base: cidades onde o candidato já é forte e conhecido. Separa o que ele já tem.
  • Expansão: cidades vizinhas onde ele quer crescer, mas ainda não domina. Não dá para tratar "onde cresce" igual a "onde já é forte".
  • Estado: todo o resto de MT, fora da Base e da Expansão. Para deputado sobra muito eleitorado que ele não trabalha direto, mas que ainda pinga voto.

O cargo — qual disputa. Deputado Federal ou Estadual espalham voto de formas diferentes: o federal tem menos vagas (8) e cada cadeira custa mais e mais espalhada; o estadual tem mais vagas (24) e é mais regional. Por isso quase todo coeficiente muda conforme o cargo.

Os três tipos de candidato — qual a situação dele.

  • Construção de posicionamento: nunca foi eleito nesse cargo, está construindo nome. Não tem histórico de votos para se apoiar.
  • Ampliação de representação: já tem mandato e quer subir (ex.: vereador indo a deputado). Carrega base real, mas entra em terreno novo.
  • Continuidade de mandato: já tem o mandato e quer manter. A lógica é defender o que tem, não conquistar.

Índice do cargo — quanto vale UMA cadeira. A votação do último eleito dividida pelos votos válidos do estado, em %. É a régua que torna o valor de uma cadeira comparável entre cargos e entre eleições. Em MT 2022: estadual 1,199%, federal 2,744%.

Piso do cargo — o chão de uma cidade do território sem pesquisa. Numa cidade da Base ou da Expansão onde ninguém mediu, o app não pode pôr zero (mentira para baixo) nem copiar a média das cidades pesquisadas (mentira para cima — projetava milhares de votos onde ele fez dois). O piso é o mínimo honesto, ancorado no custo de uma cadeira: piso = índice do cargo × coeficiente da categoria. O piso aparece em três situações: candidato novo (nunca tem histórico, sempre cai no piso); candidato com histórico fraco naquela cidade (o histórico decaído fica abaixo do piso); e, quando o histórico é forte, o piso não é usado e fica só de rede de segurança.

Coeficiente da categoria — o quão alto é esse chão para cada tipo. O % que multiplica o índice para formar o piso. Estadual 31/52/52% e Federal 41/80/80% (construção/ampliação/continuidade). Quem já tem mandato vale mais no escuro do que quem é novo; federal espalha o dobro do estadual, porque são 8 vagas contra 24.

Histórico do candidato — o que ELE fez naquela cidade. O resultado real dele em 2022, cidade por cidade. Só existe para Ampliação e Continuidade; o Novo não tem. Serve para usar o dado real quando ele é melhor que o piso genérico.

Decaimento — o histórico encolhe se a campanha largou a cidade. Fator que reduz o histórico numa cidade ainda não medida/trabalhada: Ampliação ×0,85, Continuidade ×0,70, Construção não tem histórico. Voto de mandato em cidade desassistida não se sustenta sozinho; projetar crescimento ali seria inventar. A cidade sem pesquisa recebe o maior entre histórico já decaído e piso.

Coeficiente de projeção estadual — quanto ele vale FORA do território. Só vale para o território Estado: a fração do que ele vale dentro que ainda pinga no resto de MT. É escolha do consultor por candidato (Federal 11% ou 7%; Estadual 7% ou 3%), não sai do TSE. Sem pesquisa estadual, o Estado fica zero — falta de medição, não ausência de voto.

Limiar de votos relevantes (50 votos) — o que é ruído. Cidade que projeta menos de 50 votos entra no total, mas sai das listas de ação, para não gastar o consultor decidindo campanha por 11 votos.

Em uma frase: o território diz onde; cargo + tipo de candidato dizem como pesar o que não foi medido; e o piso é a rede que impede uma cidade sem pesquisa de entrar com zero ou com número inflado.

3b. A dinâmica das pesquisas no tempo

A série vive no Painel de comando (a aba "Pesquisa" foi aposentada). Cada território tem sua linha no tempo. Base e Expansão são calculadas ao vivo a partir das pesquisas datadas das cidades, agrupadas por data e ponderadas por eleitorado — não se grava um agregado: a linha é a soma das cidades. O Estado é um número geral, lançado na caixa "Pesquisa do Estado" do Território; cada lançamento com data vira um ponto na série.

Por que Base e Expansão não se digitam mais. Elas nascem das cidades. Salvar a pesquisa de uma cidade muda a linha sozinho, e os campos de Base/Expansão no Painel são só leitura (a média das cidades medidas). Para mudar o número, edita-se a pesquisa de cada município. Um geral de Base/Expansão trazido num PDF não tem onde entrar e é ignorado — é o preço de "Base e Expansão vêm das cidades".

Campo em branco fica em branco — nunca vira zero: dado ausente é buraco na linha, e ligar por cima desenharia uma queda que ninguém mediu. Variações são lidas em pontos percentuais (de 1,2% para 1,8% é +0,6 p.p., não "+50%"); abaixo de 2 p.p. a leitura é estável, porque sem margem de erro declarada tratar oscilação pequena como tendência é ler ruído.

Evolução por cidade. A ficha de cada município mostra a evolução das pesquisas datadas dela ("2% → 3% → 5%"), separada da série agregada do Painel.

O pino (informação rápida) é um interruptor. A leitura rápida de uma cidade é uma camada por cima: ligada, manda na projeção; desligada, volta a última pesquisa datada — e o valor fica guardado, não se apaga. Serve para o número de campo que não é pesquisa formal; a pesquisa séria vai como linha datada.

Como desfazer uma pesquisa (10/08/2026). Na aba Território, dentro de "Cadastrar pesquisa sincrônica", a lista aparece agrupada por rodada. "Apagar a rodada inteira" é o desfazer de uma importação errada: leva o cabeçalho e todas as cidades daquela rodada de uma vez — é o botão para quando entrou o PDF errado. "Excluir", na linha da cidade, conserta uma medição só; se ela for a última cidade da rodada, a rodada some junto, e a tela avisa. Cidade sem pesquisa volta a usar a média da Base (ou a informação rápida, se houver). Não há como recuperar pela tela — o que existe é a cópia diária do banco, fora da Cloudflare. O ponto do Estado tem lista e botão próprios, no bloco "Pesquisa do Estado", e apagá-lo não mexe nas cidades.

Derivação de mão dupla. Quando a pesquisa só traz uma das intenções, a importação deriva a outra por um fator que o consultor informa (sugestão −40%): espontânea a partir da estimulada, ou estimulada a partir da espontânea. A conta é feita pelo app, em código, nunca pedida ao agente que lê o PDF — valor inventado por IA fica indistinguível de medição depois de gravado. Todo valor derivado é marcado (asterisco na evolução, observação na linha do banco).

Casamento de nome de cidade: o instituto escreve "São Félix" onde o TSE registra "São Félix do Araguaia". O casamento tenta quatro caminhos — exato, abreviado, contido e preposição diferente — e nunca aceita ambíguo: "Alto" sozinho fica pendente. Cidade repetida no mesmo documento é sinalizada antes de importar.

Data: muito PDF não traz data; a conferência tem um campo próprio para ela, e sem data a pesquisa não entra na série (a data ordena tudo). Pesquisa só de cidades (sem geral) continua entrando: as cidades viram a linha de Base/Expansão sozinhas, e a cobertura ("22 de 36 cidades · 76% do eleitorado") é calculada na hora, não gravada.

4. Ritmo da campanha

Substituiu o antigo "Impulso". Compara pesquisas síncronas e municípios com força avaliada na janela recente contra a janela anterior e devolve um score 0–100 com 3 faixas: subindo, estável ou caindo. Não existe mais multiplicador — o número antigo (ex.: "1,25x") não influenciava nenhum cálculo, só aparecia no card.

Lê apenas essas duas fontes de propósito. Ações de conteúdo e apoios políticos ficaram de fora: conteúdo costuma ser operado longe de quem gerencia o app, e apoio é informação política difícil de levantar — não faz sentido cobrar dado que o candidato não tem como fornecer.

Precisa de 3 registros somados entre as duas fontes na janela para calcular; abaixo disso mostra "Dados insuficientes". Campanha recém-implantada mostra "Primeira janela" em vez de um score: sem período anterior, tudo cai no recente e o cálculo devolveria 100 ("subindo") por artefato, não por aceleração real.

A janela é de 5 dias e não é mais configurável: é o mesmo ciclo que renova as prioridades estratégicas. Antes o Ritmo tinha janela própria, editável no painel de pesos e guardada por navegador — dava para o mesmo candidato mostrar janelas diferentes em máquinas diferentes, e para o Ritmo discordar das prioridades sem que nada avisasse.

Não confundir com a Posição de campanha (item 4-A), que usa a mesma janela de 5 dias e responde outra pergunta: o Ritmo conta registros — se a campanha está sendo alimentada —, e a Posição compara notas — se a campanha saiu do lugar. Os dois se movem de forma independente, e é isso que os torna úteis juntos.

4-A. Posição de campanha

Substituiu a antiga "Posição competitiva", que só contava quantos concorrentes estavam cadastrados e não comparava nada. O nome mudou junto com o propósito: comparar candidato é previsão, e este aplicativo é de gestão.

As fontes, lado a lado com as do Ritmo, porque a confusão entre os dois é fácil: o Ritmopesquisas síncronas + forças municipais e conta registros; a Posiçãoterritório + matriz + os 5 eixos e compara notas. Pesquisa está nos dois, de formas opostas — no Ritmo como registro (quantas foram cadastradas na janela), na Posição como nota (o eixo Pesquisa, julgamento do consultor). Cadastrar uma pesquisa move o Ritmo na hora e só move a Posição quando a nota do eixo subir por causa dela. É essa assimetria que impede os dois indicadores de virarem o mesmo número.

Mostra o quanto os três pilares do F5M — ações no município, eixos estratégicos e matriz da comunicação — variaram de um ciclo para o outro. Não tem número próprio: é a diferença entre dois retratos dos índices que já existem, gravados no histórico a cada salvamento. O card traz o saldo do Índice de Evolução (+9 pontos, Parada, −4 pontos) e, ao abrir, o antes e o depois de cada pilar.

A referência é o retrato mais recente anterior aos 5 dias. Sem nenhum tão antigo, compara com o mais antigo que existe e a tela avisa que é a primeira leitura registrada — o card sempre diz desde quando está comparando. Antes o movimento era medido contra a última alteração salva, e salvar duas vezes na mesma tarde virava "movimento de campanha".

Quando a ficha ganha frentes, a comparação com o passado é corrigida. "Ações no município" é a média do que foi feito sobre o total de frentes da ficha — que passou de 10 para 12 em 08/08/2026. Sem correção, toda cidade cairia de uma vez e a Posição chamaria isso de recuo da campanha. Cada retrato guarda com quantas frentes foi medido, e os antigos são lidos na régua de hoje: 60 sobre dez frentes é o mesmo trabalho que 50 sobre doze. O ajuste nunca é silencioso — o card e o bloco Movimento dos pilares dizem de que régua veio o número e em que data ela mudou. Só o pilar Ações no município é convertido; os outros dois ficam como foram medidos.

É a mesma conta do bloco Movimento dos pilares, na Evolução F5M: os dois leem da mesma função, de propósito, para nunca discordarem em silêncio — foi o defeito que o Ritmo e as prioridades tiveram enquanto cada um teve a sua janela.

5. Sincronicidade F5M

Combina duas forças num índice único: Matriz da comunicação (a nota da matriz da marca, do reconhecimento à abertura para agir) e Ações no município (as frentes realizadas nas fichas municipais). A Direção sai da banda desse índice: 70 ou mais é Manter alinhado, 45 ou mais é Alinhar, abaixo disso é Organizar — vocabulário próprio, para não se confundir com o Acelerar/Consolidar/Estruturar da nota do F5M, que mede outra coisa. Não ajusta a estimativa de votos.

O peso entre as duas muda conforme a categoria do candidato, porque território é como se constrói base e comunicação é como se projeta base que já existe. Quanto mais estabelecido o candidato, mais o peso migra para comunicação:

  • Construção de posicionamento — 40% comunicação / 60% território. Não tem base: precisa construir presença andando, e comunicação não cria o que não existe.
  • Ampliação de representação — 60% / 40%. Já tem capital próprio; o jogo é projetar para fora, com o território convertendo.
  • Continuidade de mandato — 70% / 30%. A máquina já está montada; o trabalho é comunicar entregas e consolidar confiança.

O peso é uma declaração de onde a campanha daquele tipo de candidato se decide, aplicada sobre o que de fato existe: se pouco foi feito, o peso recai sobre pouco e o índice cai sozinho. Não há mínimo nem trava — a fórmula se auto-regula.

Antes disso era um checklist de perguntas de sim/não, e uma delas ("o conteúdo está tendo resposta?") lia o histórico de conteúdo, que não tem tela para ser alimentada: ficava sempre "não" e travava a Direção, já que Acelerar exigia todas. Este é também o único lugar onde a categoria voltou a ter peso depois da simplificação da Fase 4 — mas como um número por categoria, não como o perfil de 23 pesos que foi descartado.

6. Categoria da candidatura

As três categorias mudam duas coisas. A primeira é texto: a linha editorial de comunicação (o roteiro "Quem sou eu → O que penso → Projetos → Vote nos projetos → Vote no número"). Na trilha das 5 etapas isso vale para o cartão inteiro — título, descrição, o rótulo curto, o Foco e o próprio plano de distribuição mudam juntos, porque quem defende mandato não começa comprando reconhecimento como um candidato novo. Nas etapas 1 e 2 o plano de distribuição é escrito para cada categoria; nas etapas 3, 4 e 5 ele é o mesmo para todas, porque ali já se fala de projeto, benefício e prova, e a última etapa é calendário e lei. A segunda é um peso: a divisão comunicação/território do índice de Sincronicidade — 40/60 na Construção, 60/40 na Ampliação, 70/30 na Continuidade (ver item 5). Fora esse peso, nenhum outro cálculo muda por categoria.

Este item já disse que a categoria "não muda mais nenhum peso ou cálculo". Era verdade quando a Fase 4 removeu os pesos por categoria, e deixou de ser quando o peso da Sincronicidade foi reintroduzido — trocar a categoria muda o índice na tela, com as mesmas notas.

7. Sugestão editorial por IA

Botão "Gerar sugestão editorial (IA)" na aba Comunicação. Sob demanda — nunca automático. A IA devolve só intenção, direção e ideias amplas para o momento atual; ela não escreve texto final de campanha, post ou peça pronta. Fica em cache até você gerar outra ou clicar em "Voltar ao padrão".

O botão "Baixar PDF" do mesmo bloco é fixo: sai com a sugestão da IA quando houver uma, e com a linha editorial padrão da etapa quando não houver — antes ele só aparecia depois de gerar pela IA, e não havia como levar a linha padrão para fora da tela.

A sugestão da IA substitui a intenção e a direção da etapa nos dois lugares que as usam: a Linha editorial da fase e o Próximo movimento da leitura executiva mudam juntos. A Decisão prioritária saiu dessa lista em 13/08/2026 e passou a ser texto só do app — ela lia a direção editorial e a emendava numa frase da casa, e a emenda de duas vozes era visível na tela (item 10).

Os sinais do ciclo passam por um encaixe antes de virar conteúdo. A ordem é fase → etapa (1 a 5) → degrau da matriz → linha editorial, e a linha editorial é o último elo: nenhum sinal entra direto no conteúdo. O que o app achou no ciclo aparece dentro do box "Linha editorial da fase", separado em três destinos — o que entra no conteúdo desta etapa, o que vai para a ordem de serviço dos canais (cidade sem publicação e idas concentradas são alcance, não assunto) e o que espera a etapa certa, com o motivo escrito.

As dez notas do diagnóstico chegam ao pedido, cada uma com um destino. As cinco da relação com o eleitor calibram a direção do conteúdo — passo forte com um passo anterior fraco é mensagem que pulou etapa, e a direção volta para fechar o que ficou aberto. As cinco áreas de trabalho calibram a ordem de serviço dos canais: com presença pública fraca a orientação pede rotina curta e repetida em vez de formato novo. Nota é calibragem, não assunto — a IA é instruída a não escrever nenhum desses números, só a consequência deles.

O encaixe muda com a categoria: entrega não é assunto da etapa 1 de quem se apresenta ("Quem sou e o que penso") e é o assunto inteiro da etapa 1 de quem defende mandato ("O que fiz e entreguei"). O bloco de conteúdo leva no máximo dois sinais por rodada — o degrau que a campanha está tentando subir decide qual entra primeiro, não quais entram. Sinal que espera não envelhece: ele é recalculado a cada ciclo, e some sozinho quando deixa de existir.

8. Prioridades estratégicas

As "Direções para os próximos 5 dias" saem em quatro caixas, com etiqueta colorida, e as quatro aparecem sempre — em qualquer fase, na mesma ordem: Espaço (o mercado: a informação e os dados que vêm de fora, sobre eleitores, candidato, concorrentes e fase), Troca (o conteúdo específico: as bandeiras, as entregas e as promessas, as nossas e as do concorrente), Presença (o conteúdo que vai ao ar: digital e físico, orgânico e impulsionado) e Operações (a estrutura, a estratégia e os recursos que servem as outras três).

Duas delas são conteúdo, e a divisa é esta: Troca é tema, assunto; Presença são os meios (definição dele, 13/08/2026). Troca é o que se oferece ao eleitor em troca do voto — bandeira, entrega, promessa, ditas como motivo de votar e nunca como lista da plataforma. Presença é por onde isso aparece: digital e físico, orgânico e impulsionado. O teste que decide qualquer caso duvidoso: trocando o canal, a frase continua dizendo algo? É Troca. Trocando o assunto, continua dizendo algo? É Presença. "Publicar três peças por semana" é Presença; "a bandeira da saúde precisa vir amarrada à van entregue" é Troca.

O concorrente aparece nas três: as bandeiras, entregas e promessas dele são Troca; ele como dado, quanto publica e onde aparece, é Espaço; e lê-lo de novo é Operações, porque é ferramenta e tempo.

O aviso "Revisar a escrita" lê tudo o que está na lista, e não só o que a IA escreveu. Nem toda linha vem da IA: a do movimento, a da caixa vazia e o plano padrão da fase são escritos pelo próprio aplicativo. O aviso confere jargão do método, palavra vazia, frase acima de 30 palavras e ideias abstratas empilhadas — nos quatro casos, venha o texto de onde vier. Ele também aparece quando não houve nenhuma geração por IA.

O que mudou no ciclo é colocado pelo próprio app, não pela IA. São três movimentos, cada um numa caixa diferente: cidades da base sem publicação vai para Espaço, agenda concentrada num destino vai para Presença, e tema que o adversário repete e a campanha não toca vai para Troca. Cada um entra direto na sua caixa, com o texto do app, e a IA recebe só as caixas que sobraram. Estarem em caixas diferentes não é detalhe: como só cabe uma prioridade por caixa, dois movimentos na mesma se atropelariam e um seria descartado.

Um exemplo por linha, nunca uma lista (desde 13/08/2026). A linha de Espaço citava quatro cidades e fechava com "e mais 10", e a de Troca listava três temas do adversário — mais longas que as 22 palavras que o próprio app exige da IA. Agora Espaço cita uma cidade e diz o que falta nela ("Confresa, por exemplo, precisa de pauta", pelo passo seguinte da escada do território), e Troca cita um tema. A cidade escolhida é a prioritária de maior peso; sem prioritária marcada, a maior em votos válidos.

O cartão é só os itens e os textos. O box das entregas ("Troca · N entregas já publicadas"), que ficava abaixo da lista, saiu em 13/08/2026: com título próprio e lista dentro, virava um segundo quadro competindo com as quatro linhas. As entregas continuam indo para o pedido à IA e para o sinal de conteúdo da linha editorial — podem voltar à tela como a própria prioridade de Troca —, e a lista inteira segue na ficha de cada cidade.

Uma orientação por caixa, nunca duas — a segunda de Presença no mesmo ciclo é a mesma conversa repetida, e a tela mostra só a primeira. Por isso a lista tem sempre quatro linhas: são quatro caixas. Cada orientação leva uma bolinha na cor da caixa; a caixa vazia não leva, porque ali não há orientação, há um aviso de que o app não registrou mudança.

Em 13/08/2026 o app aceitou até duas por caixa durante algumas horas, e voltou atrás no mesmo dia: na geração real o modelo usou a vaga extra para reescrever com outras palavras o movimento que o próprio app tinha acabado de pôr na caixa. O experimento não foi conclusivo — aquela geração recebeu as prioridades do ciclo anterior, com a instrução de não repeti-las, e duas caixas ficaram vazias possivelmente por isso. Um teste limpo precisa de ciclo novo.

A caixa sem nada a dizer é dita, não tapada. Ela aparece no lugar dela, apagada e em itálico, com o que a fase pedia ali — "O app não registrou mudança aqui neste ciclo". A frase diz o que o app sabe, e não o que aconteceu no mundo: se ninguém leu o Instagram desde a última rodada, mudança houve e o app não viu. Ver a lacuna na terceira linha é o que mostra que a campanha não mexeu em Presença; no rodapé, leria-se como observação. Encher com plano genérico era o defeito antigo: produzia lista com dois autores.

A fase não escolhe mais quais caixas aparecem — escolhe o assunto dentro delas. Em Convenções, Presença é preparar a veiculação que só destrava em 16/08; na Reta final, é concentrar esforço onde o voto se converte. Da pré-campanha até Convenções o assunto sai do livro Quem Planeja Antes, Pede Voto Depois; da Largada em diante, do material de fases, posicionamento e foco do Francisco Ferraz.

Espaço diz onde vale; Presença diz quando se vai. A pergunta de Espaço é onde o esforço tem retorno — base já consolidada, eleitorado ainda disputável e área de resistência alta —, porque manter a base custa menos que reconquistá-la e converter rejeição rígida gasta recurso sem retorno. Decidir quais cidades entram na agenda é Espaço — a pergunta é onde vale investir, e isso é mercado. Presença fica com o conteúdo que vai ao ar, inclusive o físico: é o que a agenda concentrada num destino mede. (Este parágrafo dizia "é Presença" até 13/08/2026, contrariando a decisão de 11/08 e o próprio comportamento do app.)

A matriz da marca pesa diferente conforme a fase. Cada fase tem o passo para onde empurra e o passo que ainda sustenta: em Convenções, avançar em proximidade sem largar o conhecimento público. Prioridade que avança um destruindo o outro está errada, porque mudança brusca de tema destrói o reconhecimento acumulado nas fases anteriores. Na Reta final não há passo sustentado: ali a regra é reduzir, não somar.

As caixas eram seis até 09/08/2026 e oito entre 10 e 11/08. Seis faziam a lista pender toda para território, porque três delas caíam ali; oito repetiam a mesma pergunta em Produto, Prova e Preço. As quatro atuais são definição do consultor, não de manual.

A lista se renova sozinha ao virar a fase ou ao fechar o ciclo de 5 dias, e só para quem já gerou prioridades por IA alguma vez — candidato que nunca usou o recurso não tem chamada feita sem pedir.

9. Obstáculo principal

A linha "Obstáculo principal", no Painel de comando, mostra quem o consultor marcar na aba Concorrentes — no máximo dois, porque em campanha proporcional a disputa quase nunca é contra um só, e apontar todos é o mesmo que não apontar ninguém.

Sem marcação, o painel não escolhe sozinho: ele pede a marcação. Até 09/08/2026 a linha mostrava o primeiro concorrente cadastrado — ordem de cadastro apresentada ao candidato como se fosse a maior ameaça. Marcar e desmarcar é imediato e o painel muda junto; o dado viaja com o candidato, então a marcação vale em qualquer aparelho.

O que a linha diz de cada marcado (desde 11/08/2026): a sobreposição com a nossa base — quanto das menções de lugar dele cai no nosso território, com a data da leitura que produziu o número. É a mesma conta do bloco Atenção · concorrência, não uma segunda: disputa o mesmo eleitor exige fatia alta e repetição, encosta na nossa base é o meio-termo, e "nenhuma menção cai aqui" é diferente de não citou cidade nenhuma e de território não cadastrado — as três dizem coisas diferentes e nenhuma delas vira 0%. Concorrente marcado e nunca lido aparece dizendo que falta a leitura: ausência de leitura não é ausência de disputa. Os votos do último pleito saíram da linha no mesmo dia — são de 2022 e só voltam a ser confiáveis depois de 16/08, enquanto a leitura é de agora.

10. Decisão prioritária

A primeira linha do Painel de comando, refeita em 13/08/2026. Ela responde o que fazer agora — a linha logo abaixo responde com quem —, e cruza três coisas: os dias que faltam para a votação com o que a fase pede das cidades, a comunicação (a leitura do nosso Instagram e as ações registradas em campo) e o território entre cidade visitada e não visitada.

"Visitada" é cidade que saiu de Não pisada — qualquer ação marcada na ficha, seja de pauta, de gente ou de estrutura. Nenhum campo novo: é a mesma escada do território (Não pisada · Presença · Pauta · Gente · Estrutura), lida só na Base, porque a Expansão é território que a campanha ainda não escolheu disputar.

O que a linha aponta, em ordem: sem cidade na Base, diz que não tem como saber; sem leitura do Instagram, não elege frente nenhuma (escolher sem ter olhado a comunicação seria afirmar o que não se sabe); com o campo trabalhado e a leitura ainda em menos de 10 peças, manda contar o que já foi feito; na reta final, para de mandar abrir cidade nova; e no resto do tempo separa buraco de alcance (cidades nunca tocadas) de buraco de profundidade (cidades tocadas que pararam antes, onde o que falta é gente local).

O que ela deixou de fazer: até 13/08 mostrava a direção editorial da etapa emendada em "fortalecer [área mais fraca] e avançar em [passo mais fraco]" — as duas metades saíam das notas de 0 a 5 digitadas pelo consultor, e nada do que o app descobriu sozinho. O "avançar em [passo]" ainda brigava com a linha de baixo, que diz o passo que a fase pede: uma mandava avançar onde a nota está pior, a outra dizia outra coisa, e lado a lado liam como contradição. O passo saiu daqui; as duas linhas pararam de responder à mesma pergunta.

Impulsionamento não entra — o box do Meta Ads ainda não tem dado nenhum, e a linha não finge que viu. Quando houver, ele entra aqui.

Vocabulário único

Índice de Evolução, situação da meta e Direção da Sincronicidade agora falam a mesma língua: Estruturar (ainda frágil) · Consolidar (caminho em formação) · Acelerar (pronto para escalar).

Configuração exclusiva do administrador

Pesos da Evolução F5M

Total geral: 100%

Os três pesos abaixo formam o Índice de Evolução F5M e precisam somar 100%. O candidato verá apenas os resultados, nunca esta configuração.

Como interpretar

Ações no município mede quantas frentes de ação já foram realizadas em cada cidade — contato com eleitores, empresas e instituições, lideranças. O cálculo considera o porte eleitoral, se o município pertence à Base ou à Expansão e se foi marcado pelo candidato como prioritário.

Eixos estratégicos reúne as notas de Pesquisa, Discurso, Comunicação, Articulação e Mobilização.

Matriz política reúne a avaliação de conhecimento, proximidade, conexão, confiança e disposição de apoio.

Município prioritário é uma decisão do candidato. “Município central” foi retirado porque não havia uma classificação separada no território e poderia duplicar o mesmo significado.

Estes pesos são os do Índice de Evolução, e valem igual para todos os candidatos. Eles não se confundem com os do Motor de sincronicidade, que a categoria da candidatura divide de outro jeito: Construção de posicionamento pesa 40% comunicação e 60% território; Ampliação de representação, 60% e 40%; Continuidade de mandato, 70% e 30%. Quem constrói base precisa de mapa; quem já tem mandato precisa de mensagem.

Frentes de ação realizadas em cada cidade, ponderadas automaticamente pelo porte eleitoral, território e prioridade definida pelo candidato.

Média das cinco áreas do diagnóstico rápido, registradas na escala de 0 a 5.

Média dos cinco indicadores da marca política, registrados na escala de 0 a 5.

Ritmo da campanha Janela: 5 dias — ciclo do método

Compara pesquisas síncronas e municípios com força avaliada nos últimos 5 dias contra os 5 anteriores, para indicar se o ritmo está subindo, estável ou caindo. Precisa de 3 registros somados entre as duas fontes. Não estima resultado eleitoral.

A janela deixou de ser configurável: são os mesmos 5 dias que renovam as prioridades estratégicas. Ter dois ciclos diferentes permitia deixar os dois indicadores em desacordo sem aviso.

Cabine de comando eleitoral

Candidato: meta e decisão do dia

Defina a meta para o aplicativo calcular a distância e o ritmo necessário.

Pré-campanha
A meta e os números da pesquisa vão sozinhos ao banco, poucos segundos depois de você parar de digitar. O botão é atalho para gravar na hora.

Município sem pesquisa própria não herda a média das cidades pesquisadas: recebe o maior entre o histórico do candidato ali, com decaimento da categoria, e o piso do cargo. Sem pesquisa estadual, o restante do Estado não recebe projeção — é falta de medição, não ausência de voto. Pesquisas municipais nunca são alteradas por nada disso.

Último pleito do cargo
Último eleito
Coeficiente proporcional fora da BasePendenteMédia distante ÷ percentual estadual
A busca consulta o TSE por IA e é cobrada. O resultado fica salvo no candidato.
Distância da metaDefinir meta
Dias até o 1º turno
Ritmo necessário
0% da metaEstimativa operacional; atualizar com TSE, pesquisa e articulação.
Decisão prioritária Defina a meta e atualize o diagnóstico do candidato.

Aguardando a leitura do nosso Instagram.

Aguardando diagnóstico

Votos válidos MT · federal 2022Carregando…
Votos válidos · base territorialCarregando…Restante de MT: carregando…
Menor votação nominal entre eleitosCarregando…

Referência histórica; não representa nota de corte individual.

Leitura integrada

Indicadores estratégicos da campanha

Não representam previsão de eleição

Cadastro inicial

Candidato

Pré-campanha
Pesquisa automática e referência diacrônicaPesquisar e completar o histórico do candidato Sem referência histórica

1. Pesquisa automática

Informe nome e cidade/UF. O agente consulta primeiro o TSE, completa os dados públicos disponíveis e procura uma referência eleitoral anterior. Nada é preenchido sem sua confirmação.

Abra este acordeao quando precisar pesquisar um novo candidato.

2. Histórico encontrado ou informado

O agente preenche estes campos somente quando encontrar uma fonte pública segura. Você pode corrigir, completar ou deixar sem referência.

Salva a referência direto no banco de dados.

Opcional: deixe fechado e siga o cadastro se não houver referência.

Categoria estratégicaConstrução de posicionamentoCarregando…
A categoria muda pesos e linha editorial, e vai sozinha ao banco assim que você trocar.

Até 150 palavras. O campo mostra quatro linhas e pode ser rolado.

Confira os dados preenchidos pela pesquisa e ajuste o que for necessário antes de salvar.

Leitura dinâmica territorial

Motor de Sincronicidade F5M

Combina força de comunicação e força de território com o peso da categoria do candidato. Não altera os dados originais nem representa previsão de eleição.

Projetos e compromissos

Plataforma do candidato

Marque uma área e descreva a ideia ou proposta. Depois, o aplicativo levará esse tema para a gestão de conteúdo na fase adequada.

Com mais de um projeto cadastrado, use "Usar na ordem da semana" para dizer qual deles vai às peças e à conversa de campo. O aplicativo não escolhe a bandeira por você: sem marcação, as ordens da semana falam em "o projeto principal" e avisam que falta marcar. Com um projeto só, não há o que marcar.

Propostas, correções e a marcação "usar esta área" vão sozinhas ao banco, e abrem iguais em qualquer aparelho.

Tempo da campanha

Fase estratégica

A fase muda sozinha conforme o calendário eleitoral de 2026 e a data de referência do painel. Não precisa marcar nada.

Áreas de trabalho

Diagnóstico rápido

As notas vão sozinhas ao banco alguns segundos depois do último toque, e vão só elas: o resto do cadastro não é tocado. O botão é atalho para gravar na hora.

Leitura estratégica da comunicação

Direção da comunicação do candidato

Controle estratégico

Evolução F5M

Dados locais carregados

Leitura automática formada pelos dados já registrados no aplicativo. Os números abaixo não se preenchem à mão.

Marco do cicloRegistrar avaliação F5M

O app salva rascunho sozinho o tempo todo. O registro é diferente: congela a leitura de hoje como um marco datado, e é ele que forma o histórico abaixo.

Fase pela data
Fase estratégica marcada

Área de reflexão

Agente Consultor

Nenhum PDF anexado.

Resposta do consultor

A resposta aparecerá aqui, sem alterar o Plano Simples.
Concorrentes Mapa básico
Cidade e cargo aqui são do adversário. Nada é herdado do nosso cadastro: em branco, a pesquisa procura pelo nome e devolve onde ele realmente está — e diz quando não conseguiu confirmar.
Incluir ou apagar concorrente grava direto no banco de dados.

Federação e palanque mudam a cada eleição: o app sugere pela sigla, quem confirma é você. Em eleição proporcional — estadual, federal, vereador — não existe coligação desde 2020; o que existe é federação. Coligação só vale nas majoritárias.

Inteligência territorial F5M

Pesquisas e histórico eleitoral

Configuração inicialDefinir território do candidato
Estado disponívelMato Grosso
Cargo eleitoralDeputado Federal
Municípios de Base0
Municípios de Expansão0

Município de Expansão recebe a mesma ficha completa da Base — eleitos, priorização, pesquisa própria e forças — só entra sem desconto na estimativa da meta.

Selecione os municípios ou importe uma lista para o tipo escolhido acima (Base ou Expansão). PDFs serão lidos automaticamente pela API.
Pesquisa sincrônica Aguardando pesquisa

Envie o PDF para o agente separar o resultado geral e os dados de cada município.

O agente mostrará uma prévia. Nada será salvo sem sua confirmação.
Pesquisa diacrônica TSE 2022 carregado

Carregando dados históricos oficiais…

Pesquisa do Estado

Fora da Base e da Expansão

O número geral do Estado, que a projeção usa para o "fora do território" (estadual × coeficiente de projeção). Base e Expansão nascem das cidades; só o Estado se lança aqui.

Com data, grava um ponto do Estado na série; sem data, só atualiza a projeção do "fora".
Entrada interna simplesCadastrar pesquisa sincrônica
Preencha manualmente quando a pesquisa não estiver em PDF. Cada rodada aparece agrupada abaixo. "Apagar a rodada inteira" desfaz uma importação errada de uma vez; "Excluir" conserta uma cidade só.
Limpe antes de iniciar a consulta de outra cidade.
36 municípios prioritários da campanha
pesquisa medido pelo instituto histórico votação do candidato no último pleito piso sem pesquisa e sem histórico relevante
Selecione um município para consultar eleitorado, abstenção, perfil e votação de 2022.

Foco operacional do candidato: municípios da Base e Expansão selecionados acima. O restante de Mato Grosso permanece como alcance estadual. Dados eleitorais: Portal de Dados Abertos do TSE, eleições de 2022.

Relatório

Resumo para copiar

A IA escreve o resumo para o candidato a partir da leitura do aplicativo. O resumo padrão usa o texto fixo.

Ordem da semana

O que as equipes fazem nesta semana

A semana vai de domingo a sábado, e a campanha liberada tem sete delas, de 16 de agosto a 3 de outubro. O texto abaixo pode ser corrigido antes de baixar ou arquivar: a ata guarda o que foi enviado. O que não sair nesta semana não volta como pendência; se o motivo continuar de pé, o item aparece de novo na ordem seguinte.

A pauta de conteúdo tem dois relógios. O esqueleto é o calendário: data, etapa da linha de conteúdo e o que a lei permite naquela semana. Já os itens com "Por que agora" saem da leitura mais recente do nosso Instagram, que vale 5 dias — rodada nova refaz a pauta no meio da semana, e o carimbo abaixo da lista diz de que leitura ela saiu. Sem leitura, sai só o esqueleto. Quais sinais entram é a mesma régua da linha editorial, na aba Comunicação: o que não encaixa na etapa espera, em vez de ser forçado para dentro.

Os dois documentos da semanaPauta de conteúdo e pauta de mobilização

Pauta de conteúdo

Vai para a equipe de comunicação.

Pauta de mobilização

Vai para a equipe de campo. Ações com o eleitor nas cidades, e a agenda com liderança onde a cidade já responde.

A ordem é montada com os dados de hoje. Nada aqui fica guardado entre uma semana e outra.

Livro de atas

Registro do que foi enviado

Comprovação das orientações e observações encaminhadas à coordenação. Ata arquivada não pode ser alterada nem removida — é o que a torna prova. Para registrar, use o botão "Arquivar como ata" ao lado dos botões de PDF.

Carregue um candidato para ver as atas da campanha.

Arquivo da campanha

Biblioteca do candidato

Tudo o que já foi lido nesta campanha, num lugar só: cada leitura de acompanhamento, com data, hora e PDF para baixar. Duas leituras no mesmo dia viram uma linha só — as peças são somadas e nenhuma se perde, e a linha diz quantas leituras foram somadas ali. O painel completo é montado na hora em que você abre, a partir das leituras gravadas: ele não fica guardado aqui, e o retrato de um dia específico é o PDF que você baixou naquele dia. As atas ficam no bloco acima.

Arquivar como ata

Guarda uma cópia congelada deste conteúdo, com data e hora. Não poderá ser alterada depois.

A ata recebe um número sequencial da campanha.